Alexandre Herchcovitch abre o SPFW

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Uma história de boudoir sobre amor e perda, perversão, sexo e poder. Um tema rico e amplo, que foi trabalhado com rigor e precisão. O desfile abre com as camisolas de tricoline de cashmere e um trabalho com fitas de gorgurão que permeia a coleção e faz a transição entre a inocência e a intimidade, das camisolas à perversidade do fetiche. Muitos elementos que definem a estética de Alexandre Herchcovitch estão lá: as técnicas de costura, as silhuetas, os laços, que aparecem desfeitos, o shape quadrado de algumas peças, o zíper com ilhós e amarração, usado desde o início de sua carreira em incontáveis roupas da Marcia Pantera e em coleções, as argolas nos seios usadas nos anos 1990. Há também a questão da dualidade, o agressivo e o leve, o sexo e o austero, o perigo e a inocência. Uma das coleções mais fetichistas da história recente de Alexandre Herchcovitch.

Confira as fotos do desfile: (fotos Agência Fotosite)

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